Em um sistema já marcado pela complexidade, abrir espaço para interpretações amplas pode significar mais do que flexibilidade, pode significar insegurança.
No artigo da Tatiana Del Giudice Cappa Chiaradia, sócia do CMC, para a Folha de S.Paulo, o alerta é direto. Determinados avanços na discussão tributária podem funcionar como um “cheque em branco”, onde o contribuinte assume riscos sem saber exatamente quais regras irão prevalecer.
Na prática, isso esbarra em um ponto central. Tributos precisam de previsibilidade. Afinal, são cobranças obrigatórias definidas em lei, que impactam diretamente empresas, investimentos e decisões econômicas.
Quando essa previsibilidade se perde, o custo não é só financeiro. É estratégico. O debate não é sobre ser contra ou a favor de mudanças, é sobre como elas são construídas.
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