Assim como em um casamento, o sucesso de uma fusão empresarial não está em fechar o negócio, mas em construir uma convivência duradoura entre os sócios. Deixar em segundo plano pontos como governança compartilhada e tomada de decisões abre espaço para disputas societárias no dia seguinte à assinatura.
Por isso, um Acordo de Acionistas bem estruturado vai muito além de cláusulas como drag along e tag along: ele é a infraestrutura que sustenta a relação entre as empresas ao longo do tempo.
Em artigo publicado no Monitor Mercantil, nossa advogada especializada nas áreas de M&A e Direito Societário, Maria Letícia Mise Yokomizo reflete sobre a importância de alinhar, antes da assinatura, os mecanismos que evitarão que divergências operacionais se tornem litígios societários.