A reestruturação financeira da Raízen trouxe à tona um tema cada vez mais relevante no ambiente corporativo: o impacto estratégico dos passivos tributários na sustentabilidade dos negócios.
Com aproximadamente R$ 25 bilhões em contingências fiscais, a companhia indicou que a negociação de parte desses passivos será uma etapa fundamental para a conclusão de seu plano de reestruturação. Entre as principais discussões estão litígios relacionados a PIS/Cofins e ICMS, temas que refletem a complexidade do contencioso tributário brasileiro.
Em entrevista à Globo Rural, nossa sócia Tatiana Chiaradia comenta os desafios envolvidos nesse cenário e os reflexos que questões tributárias podem gerar para empresas em processos de reorganização e planejamento de longo prazo.
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